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@rmtakata@bertha.social

Post #848438

2026-03-29 01:07 UTC

Uma pessoa q trabalha em uma vara da infância e da adolescência notou o aparecimento de um novo perfil de menor infrator. Antes eram quase todos pobres, de famílias desestruturadas, com atos infracionais relacionados a furto e tráfico. Atualmente, a esse perfil, se somam casos crescentes de atos infracionais de menores de famílias de classe média e alta com ações homólogas a crimes de violência sexual, maus tratos a animais, crimes de ódio e atentados a escolas.

Replies (2)

  • @rmtakata@bertha.social 2026-03-29 01:12

    Essa pessoa verificou q gde parte tinha uma história similar de negligência parental/pouca supervisão e como vítimas de bulying escolar - com posterior radicalização via internet. O q a motivou a criar um programa pra prevenir isso - incluindo palestras em escolas, assistência socio-piscológica, etc. De verdade acho esse esforço digno de elogios. Sò me pergunto, sim, bem cinicamente, p q os casos anteriores de ato infracional equivalentes a furtos e tráfico ñ motivaram preocupação similar.

    Open ##1280850

  • @leilia@connexia.hibiol.eu 2026-03-29 15:00

    @rmtakata Eu conheci uma assistente social na semana passada que contou que antigamente a maior parte das crianças e adolescentes enviados para eles cuidarem por causa de violência familiar eram casos ligado à pobreza, falta de estrutura, álcool etc, normalmente em bairros mais pobres. Nos últimos anos começaram a receber crianças/jovens que sofrem violência em casa de classes mais favorecidas, e a principal causa é incesto. Isso no bairro mais rico da cidade. (na França) Uma outra assistente que estava com a gente comentou que esse lance de incesto já está se tornando estatisticamente relevante nos bairros mais pobres também.

    Open ##1280854