Post #2350916
2026-04-09 00:15 UTC
Eu estou começando a acreditar que a batalha pelo futuro pode ser uma batalha sociológica. Que a regra da eficiência pode ser quebrada pelo simples espírito humano.
Vamos dizer que uma máquina consiga construir 30 carros muito mais rápido do que um trabalhador. Mas esse trabalhador, no ato de seu trabalho, cria uma relação com a máquina.
Nessa relação que ele tem consigo mesmo entre trabalho e máquina, ele já cria um vínculo que vale mais do que a eficiência da máquina cobre.
A ideia é que o trabalho individual e também braçal sempre foi desvalorizado, mas que a eficiência total e o trato total do trabalhador como ser producente sem espírito e sem vida acaba com a lógica da vida.
Que a vida cresce e que portanto o valor desse trabalhador na atitude do seu trabalho vale mais do que qualquer máquina possa cobrir.
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